Questão 138 - Matemática
Pesquisas na área de neurobiologia confirmam que a prática meditativa é responsável por diminuir consideravelmente a frequência respiratória para praticantes avançados, que, após iniciarem a meditação, têm suas frequências respiratórias reduzidas até se estabilizarem em um nível mais baixo. O gráfico apresenta a relação da frequência respiratória, em incursões de respirações por minuto (rpm), em relação ao tempo, em minuto, de um praticante avançado, em que \((f_1\)) representa a frequência no instante \(t_1\), no qual se inicia a prática meditativa; e \((f_2\)), a frequência no instante \(t_2\), a partir do qual esta se estabiliza durante a meditação.
Disponível em: www.redepsi.com.br. Acesso em: 3 dez. 2018 (adaptado). A partir do instante \(t_1\), em que se inicia a prática meditativa, o comportamento da frequência respiratória, em relação ao tempo,
mantém-se constante.
Incorreta — A frequência não é constante desde o início da meditação.
é diretamente proporcional ao tempo.
Incorreta — A frequência diminui, não aumenta, e depois se estabiliza.
é inversamente proporcional ao tempo.
Incorreta — A relação não é de proporcionalidade inversa, e há uma fase de estabilização.
diminui até o instante \(t_2\), a partir do qual se torna constante.
Correta — O comportamento descrito corresponde exatamente ao gráfico e enunciado.
diminui de forma proporcional ao tempo, tanto entre \(t_1\) e \(t_2\) quanto após \(t_2\).
Incorreta — A diminuição não é necessariamente proporcional, e após \(t_2\) a frequência se estabiliza, não diminui.
Pré-Requisitos
• Interpretação de gráficos cartesianos
• Análise de funções crescentes, decrescentes e constantes
• Compreensão de eixos e variáveis em um gráfico
Ideia da Questão
A questão pede a interpretação de um gráfico que representa a variação da frequência respiratória durante a meditação. Para resolvê-la, deve-se analisar o comportamento da curva em relação ao tempo e compará-lo com as descrições das alternativas.
Resolução Passo a Passo
O enunciado descreve que a prática meditativa causa uma diminuição na frequência respiratória, que então se estabiliza em um nível mais baixo.
O gráfico apresenta a frequência respiratória (eixo vertical) em função do tempo (eixo horizontal).
A análise dos eixos é fundamental para entender as variáveis representadas.
No instante inicial da meditação, \(t_1\), a frequência respiratória é \(f_1\).
Observando a curva do gráfico:
Entre \(t_1\) e \(t_2\), a curva desce, indicando que a frequência respiratória está diminuindo.
No instante \(t_2\), a frequência respiratória atinge o valor \(f_2\).
* A partir de \(t_2\), a curva se torna uma linha horizontal, o que significa que a frequência respiratória se mantém constante em \(f_2\) para todos os tempos posteriores.
O comportamento observado no gráfico — uma diminuição da frequência respiratória seguida de uma estabilização — está em total conformidade com a descrição fornecida no enunciado.
A descrição que melhor se alinha com a análise do gráfico e do enunciado é a que afirma que a frequência respiratória diminui até o instante \(t_2\) e, a partir desse ponto, torna-se constante.
Conclusão Final
A frequência respiratória diminui do instante \(t_1\) até \(t_2\), e depois se mantém constante. Portanto, a alternativa correta é a D.
Você entendeu a lógica? Agora é sua vez de aplicar.
Agora é sua vez
Um experimento de física investiga o resfriamento de um objeto aquecido em um ambiente com temperatura controlada. Observa-se que, após o início do resfriamento, a temperatura do objeto diminui consideravelmente até se estabilizar em um nível mais baixo, igual à temperatura ambiente. O gráfico apresenta a relação da temperatura, em graus Celsius (°
, em relação ao tempo, em minuto, do objeto em resfriamento, em que \((T_1\)) representa a temperatura no instante \(t_1\), no qual se inicia a observação do resfriamento; e \((T_2\)), a temperatura no instante \(t_2\), a partir do qual esta se estabiliza. A partir do instante \(t_1\), em que se inicia a observação do resfriamento, o comportamento da temperatura do objeto, em relação ao tempo,